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BUSINESS E NEGÓCIOS

Dados recentes mostram que o principal efeito da IA não deve ser a eliminação de vagas, mas a transformação profunda das funções e das competências exigidas.

Zilda Brandão
22/01/2026 às 15:42hs


Dados recentes mostram que o principal efeito da IA não deve ser a eliminação de vagas, mas a transformação profunda das funções e das competências exigidas. Levantamento do CNBC Workforce Executive Council indica que a IA deve impactar cerca de 90% dos empregos até o fim de 2026. Já estudo da Organização Internacional do Trabalho (OIT) aponta que 1 em cada 4 empregos no mundo está potencialmente exposto à IA generativa, especialmente em países de maior renda, com destaque para a reorganização das tarefas, e não para a substituição direta de profissionais.

Esse movimento já começa a se refletir nos processos de contratação. Pesquisa recente do LinkedIn mostra que 6 em cada 10 profissionais acreditam que a IA pode reduzir vieses no recrutamento, tornando as seleções mais baseadas em competências. O tema ganha ainda mais relevância em um contexto de alta mobilidade profissional: segundo o mesmo levantamento, 54% dos brasileiros pretendem buscar um novo emprego em 2026.

Diante desse cenário, Fabio Camara pode contribuir com análises sobre:

  • Como a IA está redesenhando funções e exigências profissionais, em vez de simplesmente eliminar empregos

  • Quais áreas e competências tendem a ganhar relevância com a automação

  • O papel da capacitação contínua e das certificações na empregabilidade

  • Por que a IA pode impulsionar produtividade, equidade e competitividade quando bem aplicada

 

À frente da FCamara, o executivo lidera uma nova fase da companhia com foco estratégico em inteligência artificial. No último ano, o grupo realizou mais de 100 projetos de IA para grandes corporações e investiu cerca de R$100 milhões na aquisição de empresas especializadas, como Distrito, Beta-i, Avanti e Dfense. A estratégia é sustentada por plataformas proprietárias como o AI Factory, o AI Symphony e o GEN AI LAB, reconhecido como o maior hub de IA da América Latina.






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