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CULTURA

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Zilda Brandão
10/02/2009 às 11:21hs


Filmagem passa por França, Marrocos, Chile e Brasil. Longa baseado em fatos reais aborda a transformação pessoal de um exilado político

 



Em Teu Nome
é o quarto longa-metragem do diretor gaúcho Paulo Nascimento, baseado na história real do estudante brasileiro João Carlos Bona Garcia, exilado político da década de 70. As filmagens já passaram por Paris e Marrocos com os atores Leonardo Machado (no papel principal), Fernanda Moro (companheira do protagonista) e Nelson Diniz (professor, companheiro de prisão e exílio).

 

As filmagens vão até 12 de fevereiro no Brasil (Porto Alegre) e 20 de fevereiro no Chile, com a participação de nomes de peso como César Troncoso (O Banheiro do Papa), Silvia Buarque e participação especial de Marcos Paulo. Pela característica da história, o filme propõe uma fotografia contrastada, com cenas de câmera na mão, em tom documental. 

 

O enredo

 

História de um jovem estudante de engenharia que se vê envolvido na luta armada do início dos anos 70. Preso e exilado, percebe que é preciso fazer uma autocrítica sobre a sua vida. O que mudou na sua visão do mundo? Que aprendizado esse tempo  trouxe? Em teu Nome fala sobre esta transformação, abordando a década de 70 sob uma ótica humanista e poética, sem a pretensão de fazer um julgamento dos fatos. Um filme sobre coragem, determinação e descobertas.

 



Biografia - João Carlos Bona Garcia

 

Nascido em Passo Fundo, Rio Grande do Sul, em 1946, ingressou no movimento estudantil aos 17 anos, influenciado pelos ideais comunistas de Fidel Castro e Che Guevara. Após o golpe militar de 64 no Brasil, passou a militar no Partido Comunista e foi guerrilheiro da VPR - Vanguarda Popular Revolucionária.

 

Para financiar a revolução, Bona participa de um assalto e é preso pelo Departamento de Ordem Política e Social (DOPS) em plena Era Médici. Vítima de tortura e agressão, foi exilado para o Chile em 1971 com 70 presos políticos trocados pelo embaixador suíço Giovanni Enrico Bucher. O seqüestro foi realizado pelo capitão do exército Carlos Lamarca e por militantes da VPR em 1970, sendo a última operação do tipo realizada pela esquerda durante o regime militar (antes dele foram sequestrados um embaixador norteamericano, um cônsul japonês e um embaixador alemão).

 

Bona morou ainda na Argentina, Argélia e França. Neste último, militou no Partido Comunista da França, onde ajudou a formar o comitê pela anistia que possibilitou seu retorno ao Brasil em 1979.

 

Atualmente é juiz da Justiça Militar do Rio Grande do Sul, órgão que julga os integrantes da Brigada Militar, a PM do Estado. É autor do livro Verás que um filho teu não foge à luta.

 


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