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CULTURA

O primeiro dia do Festival de Direitos Humanos - Cidadania nas Ruas 2014, promovido pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), será

Zilda Brandão
03/12/2014 às 2:0hs


NO FESTIVAL DE DIREITOS HUMANOS, MONUMENTO HOMENAGEIA MORTOS E DESAPARECIDOS POLÍTICOS DA DITADURA CIVIL-MILITAR

Instalado no Parque do Ibirapuera, obra homenageia as pessoas que deram suas vidas na luta pela democracia no Brasil

O primeiro dia do Festival de Direitos Humanos – Cidadania nas Ruas 2014, promovido pela Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC), será marcado pela inauguração do monumento em homenagem a todos os mortos e desaparecidos políticos da ditadura civil-militar (1964-1985). A obra ficará em frente ao portão 10 do Parque Ibirapuera.

Com seis metros de altura por doze de comprimento, o monumento é formado por chapas brancas e uniformes com os nomes dos mortos e desaparecidos políticos de que se tem conhecimento até o presente, segundo o registro dos familiares, e por chapas disformes que representam as diferentes trajetórias desses resistentes. O desenho do projeto é do artista e arquiteto Ricardo Ohtake, autor do primeiro monumento a lançar luz sobre o tema, instalado no Cemitério Dom Bosco, em Perus, onde foi encontrada, em 1990, a vala clandestina com mais de mil ossadas de desaparecidos políticos.

Ricardo Ohtake e Anna Ferrari - por Ariana Iara
Ricardo Ohtake e Anna Ferrari - por Ariana Iara

A iniciativa da Coordenação de Políticas de Direito à Memória e à Verdade da SMDHC busca estabelecer marcos de memória que simbolizem a luta pela democracia na cidade, um dos objetivos da Meta 64 do Programa de Metas da prefeitura. A ação, realizada no marco dos 50 anos do golpe de 1964, vai ao encontro de uma antiga demanda dos familiares de mortos e desaparecidos políticos e militantes do tema de sinalizar os sítios de memória que marcam a história da resistência. O projeto-executivo, produzido pela arquiteta Anna Ferrari, foi aprovado pelos diversos órgãos municipais, estaduais e federais que autorizam intervenções urbanas na cidade.

"Instalar este monumento num local que é um cartão-postal de São Paulo coloca a luta contra o estado de anomalia que assolou o país por 20 anos no centro das reflexões de todos os que por ali passam", afirma o secretário municipal de Direitos Humanos e Cidadania, Rogério Sottili.

SERVIÇO

Inauguração do monumento em homenagem aos mortos e desaparecidos políticos da ditadura civil-militar

Data: 8/12, às 14h

Local: Av. Pedro Álvares Cabral, Parque do Ibirapuera, Portão 10 (entrada em frente ao Museu Afro)

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