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MODA

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Zilda Brandão
19/01/2009 às 8:51hs


Comecei a coleção pensando em etnia, muitas etnias, alimentando-me com referências de roupas típicas da África, Índia, e América do Sul.Estudei o guarda roupa da Sra. Iris Apfel, que com habilidade sempre misturou as mais diferentes etnias com seu acervo de "haute couture".


Imaginava uma tribo nômade entrando na passarela...Uma tribo de todos os lugares e de lugar nenhum.


À medida que a coleção foi amadurecendo, as cores foram se definindo e um assunto que tenho estudado e pensado nos últimos meses se juntou a essa coleção:A relação das pessoas com o AMOR.


A facilidade e a dificuldade de todos para se expressar e conviver com esse sentimento na relação do indivíduo com o mundo e com o próximo.


Essa é uma tribo que tem o AMOR como sua linha mestra e não como um possível objetivo no final do caminho.


O AMOR é seu ponto de partida. 


A coleção se divide em três partes, três formas de se relacionar com o AMOR:


1 - O AMOR escuro, sofrido, denso, punk. As cores são os marrons, vinhos, roxos, as formas sufocantes, próximas ao corpo, referências a Mme. Chanel, Rock, Índia. 


2 - O AMOR vibrante, explosivo, carnal, funk. A cor é o vermelho, as formas são arquitetônicas e explodem em volumes que remetem a corações, referências a Marylin Monroe e seus "diamonds". 


3- O AMOR claro, leve, romântico, calmo. As cores são os champagnes, beges e brancos, as formas são variadas, porém leves, mesmo quando mais volumosas, referências a América do Sul, Shakespear e ao ballet clássico.


Possivelmente um olhar mais amoroso com o mundo seria a base para diminuir os conflitos, a violência, os excessos, o lixo e os egos tão inflados da humanidade hoje em dia.  Afinal, para que serve tudo isso? 


Fause Haten


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