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Brasil pode ser maior rede signatária do Pacto Global das Nações Unidas

País hoje ocupa 5ª posição, mas tem potencial para liderar o ranking em 2010, segundo o presidente do Comitê Brasileiro e diretor do Ciesp, Vitor Seravalli



O Comitê Brasileiro do Pacto Global (CBPG) pode transformar o país, em 2010, na primeira rede do mundo em número de empresas signatárias. A iniciativa da Organização das Nações Unidas (ONU), lançada em 2000, lista dez princípios empresariais para transformar o planeta, e reúne mais de sete mil organizações articuladas por 150 redes no mundo todo.

Atualmente, 316 companhias brasileiras assinam o Pacto Global, que estimula a responsabilidade social no setor privado – o que coloca o Brasil em 5° lugar em número de signatários. Mas, segundo o presidente do CBPG e diretor de responsabilidade social do Ciesp, Vitor Seravalli, há espaço para elevar o país ao primeiro posto, hoje ocupado pela Espanha, com cerca de 700 organizações.

“Fazemos tantas ações isoladas em sustentabilidade e, quando temos uma iniciativa que é global, e que pode nos dar visibilidade, às vezes ela não é aproveitada como poderia”, afirmou o diretor, durante reunião do Departamento de Meio Ambiente (DMA) da Fiesp nesta segunda-feira (26). Seravalli representa a Fiesp no Comitê, que também é signatária do Pacto.

“Nossa meta é transformar a rede brasileira na primeira do mundo. Está faltando pegar esse nosso potencial empresarial e juntá-lo a uma ação que dê às empresas a capacidade de comunicar suas iniciativas socioambientais”, acrescentou.

O Comitê Brasileiro, criado em 2003, é um grupo voluntário formado por 30 organizações nacionais, que tem por finalidade promover a adoção e incorporação dos princípios do Pacto Global na gestão de negócios das empresas que operam no Brasil, como forma de fortalecer o movimento de responsabilidade social no país.

Segundo Vitor Seravalli, empresas com mais de seis funcionários já podem ser signatárias do Pacto e criam condições de serem notadas pelos públicos de interesse (stakeholders). No Brasil, a participação é igualmente dividida entre as grandes (54%) e as pequenas e médias empresas (46%).

 “Os relatórios de sustentabilidade ficam visíveis no site internacional do Pacto Global. Quando a ONU reconhece a iniciativa como progresso notável, a empresa ganha uma estrela. É um benchmarking natural”, aconselha o diretor do Ciesp e presidente do CBPG.

Para saber como participar, acesse o site da rede brasileira do Pacto Global, ou informe-se no Ciesp, pelo e-mail atendimento@ciesp.org.br

 




Postado por - 29/10/2009 às

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